segunda-feira, 8 de março de 2010

JESUS MOVEMENT



MOVIMENTO UNDERGROUND CRISTÃO http://twitter.com/muc_RS

A música cristã contemporânea (denominada Gospel no Brasil) nasceu em meio a uma revolução espiritual que varreu os EUA o final da década de 60 levando milhares de jovens que não queriam saber da igreja a Cristo.
Esta revolução ganhou o nome de JESUS MOVEMENT, por sua ênfase na pessoa de Jesus e em seus ensinamentos, em vez do cristianismo institucionalizado. Cansados do estilo de vida libertino do movimento Hippie, muitos jovens começaram a buscar o cristianismo. Milhares foram batizados nas praias do sul da Califórnia.
Muitos dos joves eram músicos, usavam a música como veículo para expressar suas idéias.
A música rock foi o maior veículo de comunicação de idéias da contracultura hippie.Por isso os novos convertidos começaram a usar o rock para transmitir seus novos conceitos e seus valores cristãos.
Um crítico musical chamado Rolando de Nassáu criticou o rock acusando igrejas brasileiras de estarem trazendo a contracultura para dentro de seus templos. Isso aconteceu quando abandonou-se o órgão, o piano etc, foi substituido por guitarra, bateria e instrumentos de percussão. O que Nassau não sabia é que a contracultura dos hippies dos anos 60 foi um movimento muito maior que o simples uso de instrumentos musicais elétricos e de percussão.
Os hippies converteram e baseados em sua contracultura acabaram ignorando a igreja da época. Para a contracultura a igreja instituída parecia um gueto confortável da classe média, formado por pessoas que se admiravam mutuamente, enquanto condenavam o resto do mundo, aprovavam satisfeitos o STATUS QUO, e sentiam não haver necessidades para uma crítica radical ao materialismo e a decadência da sociedade.
Jhon Smith, ministro australiano cria uma comunidade cristã e atrai estes jovens, a maioria hippies, motoqueiros, foras da lei.
O Jesus Movement foi acusado de ser uma exemplo típico da decadência. Mas a revista TIME em 1971 publicou uma reportagem nada mais, nada menos com 12 páginas sob o título. A REVOLUÇÃO DE JESUS.
A CAPELA DO CALVÁRIO foi uma igreja que abriu as portas para o movimento, em 1965 possuia 25 membros, nos anos 80 ultrapassava a casa de 10 mil membros, em mais 2 anos chegou aos 20 mil.
Quando os díáconos da igreja quiseram impedir os hippies de entrarem descalços na congregação smith disse:

"Se por causa de nosso carpete macio vamos fechar as portas para os jovens descalços, então eu pessoalmente sou a favor de arrancar todo carpete. Se por causa de um jeans sujo temos que dizer "Lamento você não pode entrar ...", então eu sou a favor de nos livrarmos dos assentos estofados. Mas que nunca, nunca, possamos fechar as portas para alguém por causa de suas vestes ou de sua aparência".

Após ter rompido com esta última barreira, centenas de hippies descalços e cabeludos começaram a encher as fileiras do templo.

Muitos jovens formaram comunidades hippies cristãs, mudando apenas o seu coração, como a
Jesus People USA (JPUSA).

Umas das maiores heranças deixadas pelo Jesus Movement foi uma nova liguagem musical, a qual podemos contemplar e nossas igrejas hoje em dia.

O Movimento de Jesus ganhou forças com muitos artistas famosos como: Barry McGuire, Eric Clapton e Jhony Cash, pois estavam se voltando a Cristo.

Em 1970 vieram os festivais de jesus Music sendo o primeiro grande festival em Indiana, que reuniu cerca de 6 mil pessoas.

Em 1969 Larry Normam gravou o que ficaria conhecido como primeiro disco de Rock cristão da história.

O Rock nasceu dentro da igreja.

Muito cuidado quando você for criticar, a maior criação musical de Deus !


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Estou Farto! - Por Ariovaldo Ramos

Clique aqui para ler o perfil deste colunista!
Acabei de ler uma asquerosa crítica à Senadora Marina Silva. Faltam dados, falta seriedade, falta responsabilidade!

A crítica foi publicada num site que se propõe ser arauto de mídia séria! Mas, de fato, é porta-voz do que era chamado, no tempo em que as ideologias estavam na pauta, de extrema direita.

Parece que ainda há quem tenha saudade do tempo em que se torturava a quem quisesse, quando quisesse.

Gente para quem a palavra democracia não significa nada.

Recentemente, um artigo publicado nessa mídia me citou, acusando-me de esquerdista, pró-aborto e de pró-gayzismo. E já fui questionado quanto a isto.

Não sou pró-aborto, mas, também, não sou a favor desse estado de coisas, onde a mulher é usada e abusada, onde a orientação sexual não chega aos pobres, onde o Estado se omite e faz vistas grossas ao estado de violência a qual o jovem e, principalmente, a moça está submetida, pela alienação das drogas e dos bailes funks, que sustentam o machismo que faz da mulher o mais abjeto objeto. E não sou contra a mulher vítima de estupro, e cuja gravidez lhe seja fatal, ser assistida na interrupção de sua gravidez.

Não sou pró-gayzismo, seja lá o que isso signifique, mas sou a favor dos direitos civis. Sou contra a tentativa do movimento gay de reescrever a Bíblia, mas, também, sou contra privar os homossexuais do usufruto do património de construção conjunta. Sou contra o impedimento de ajudar a um homossexual que o queira deixar de ser, como sou contra a hostilização de um ser humano porque ele ter se declarado homossexual.

A palavra esquerdista não faz mais sentido, nos dias correntes. Eu sou progressista! Sou a favor da reforma agrária, do acesso universal à educação, à moradia, à saúde, ao transporte urbano, à alimentação adequada. Sou a favor da distribuição de renda, da erradicação da pobreza, da sustentação do meioambiente e da democracia.

Sabe de uma coisa? Eu não sei quanto a você, mas eu estou farto dessa gente que se acha dona da verdade, e que, em nome do que acham ser a verdade, vivem a matar pessoas.

Farto dessa gente que se apossou de Deus, como se Deus fosse um objeto que se possa ter e manipular.

Essa gente que não considera como semelhante quem não concorda com eles!

Recentemente, também, uma série de e-mails anônimos foram disparados me caluniando, tentando me vender como um pecador dissimulado, para dizer o mínimo.

Estou farto desses covardes, sem caráter que, por detrás do anonimato, vivem a tentar destruir a vida dos outros.

Estou farto dos que dão ouvidos a eles, fazendo valer a calúnia e a difamação.

Estou farto dessa gente que anima suas rodas de amigos falando mal dos outros, zombando da desgraça alheia.

Farto dessa gente que vê fantasma em todo o lugar, que está sempre procurando alguém para atacar e para destruir.

Estou farto dessa gente que não sabe o que é debate intelectual, que toma tudo como pessoal, porque se vê como a medida para a verdade.

Farto dessa gente que em vez de pregar o Evangelho, fica checando se os outros o estão.

Checando se o outro crê “certo”.

Estou tão farto disto, tanto quanto, dos que estão invocando Deus para obter dinheiro para os seus negócios, travestidos de ministérios,de igreja ou de denominação.

Dos que lutam pelo poder denominacional, transformando o Odre em algo mais importante do que o Vinho.

Também, me fartei dessa gente que quer destruir tudo, confundindo a igreja local com a deturpação da denominação, confundindo o povo com os seus maus líderes e que se tornam líderes tão maus quanto os que condenaram, e que saem pelo mundo atacando os pastores e as estruturas com a mesma fúria dos que as estão usando para benefício próprio.

Estou farto desses apóstolos que venderam que tinham de ser apóstolos para derrubar as potestades nas cidades, as mesmas que foram destronadas na Cruz de Cristo!

Estou farto dos que não usam o título de apóstolos, mas agem do mesmo jeito!

Estou farto dos liberais, que rasgam a Bíblia e saem a zombar de quem crê.

Estou farto desses ecuménicos que dizem celebrar a fé, de modo indistinto, mas não conseguem estender a mão para o irmão pentecostal.

Mas jamais me fartarei da Igreja:

A Igreja é a comunidade da fé! É a nossa casa!

A Igreja é lugar de perdão e de reconciliação.

O que é oferecido a todos nós, inclusive para os que agem como se não o precisassem, é a oportunidade de se arrepender.

A fé cristã não prega a impecabilidade, prega o arrependimento!

A fé cristã prega que o amor é demonstrado no perdão e no serviço!

A gente deve continuar a lutar pela Igreja!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

TRIBAL GENERATION

Aos que não conhecem, gostaria de falar um pouco sobre o TRIBAL GENERATION.

O TRIBAL é um movimento muito interessante, visa estímular o plantio de novas igrejas. Igrejas para uma nova geração. Principalmente direcionando o trabalho a Tribos Urbanas. Rockeiros, Punks, Skatistas e por ai vai.

Muito interessante é que eles nao visam criar igrejas como matriz e filial. Eles tem por objetivos respeitar a individialidade, ou diversidade de pensamentos.

Estão preocupados em buscar aqueles que não são interessantes para alguns. Mas são vidas valiosas que Deus quer resgatar.

Fiquei impressionado quando vi a estrutura, principalmente imaginei o que estes caras nao enfrentaram, falando claro dos ataques fariseus.

É muito dificil nos dias de hoje, ser aceito quando vce não pensa em fazer parte, da big estrutura que se criou no meio gospel.

Mas é isso galera, o Tribal Generation me surpreendeu.

Evangelismo de impacto, Festival de Curtas, Show de Bandas, ensino plantadores de igrejas.

Principalmente foruns, discussões, troca de opiniões.

É, realmente nos dias de hoje você só pode ouvir e não pode falar. Se falar ou expressar uma opinião é taxado de rebelde. Somos dominados por ditadores, que só fazem valer suas vontades e ambições.

Mas há uma esperança, Deus tem tem levantando novas gerações.

Veja mais no link www.tribalgeneration.org

Te +
Blz Galera !

É sou eu o Marcelo Boss, me deram este apelido, sugestivo claro.

Muitos me amam, alguns me odeiam. É eu tenho esta característica, gosto dela.
Sou polêmico sim, não consigo compactuar com as mascaras.
Não consigo compactuar com coisas erradas, enviadas para debaixo do tapete.
O Deus que eu sigo me ensinou diferente.
Tenho sonhos, não são pequenos, porque não partiram de mim.
Após mais de 10 anos de estrada, percebo que não tem mais como fugir.
Vou obedecer o chamado, por mais absuro que seja para muitos.
Os fariseus veem um chamado como um titulo, um posto.
Não um chamado é fazer, gerar frutos.
Esta é minha meta, somente fazer e não aparecer.
Realmente alguns não entendem isso, porque querem que você almeje o mesmo que eles. Títulos, cargos, pompas, reconhecimento, fama.
É a coisa realmente ta complicada, mas, a ficha caiu, chega de jugo.
EU NAO QUERO NEM SABER
VOU PRA FRENTE, VOU LUTAR !